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RedeTV! vai investir pesado em tecnologias

Adolescentes preferem enviar mensagens de texto do que falar
Pesquisa revela que elas enviam ou recebem 80 SMS por dia; eles, 30

De acordo com a pesquisa, um terço dos adolescentes com celulares enviam mais de cem mensagens de texto por dia.
As meninas são mais ativas no SMS do que os meninos: em média, elas enviam ou recebem 80 mensagens por dia enquanto eles mandam ou recebem 30 mensagens diárias.
A informação foi divulgada nesta quarta-feira (21) pelo site The Huffington Post.
Três quartos (75%) dos adolescentes possuem seus próprios telefones celulares ante 45% em 2004.
Entre aqueles que têm o aparelho, 88% mandavam mensagens de texto ante pouco mais de 50% em 2006.
A relação dos adolescentes com seus aparelhos é uma fonte de conflito com os pais e com a escola. Muitos pais limitam o uso do aparelho - 48% deles disseram que o usam para monitorar onde os filhos estão, seja por meio do GPS ou de chamadas para eles.
Por causa dos limites impostos pelos pais, os adolescentes tendem a se arrepender menos das mensagens ou do conteúdo sexual que enviam pelo celular.
Eles também são propensos a usar o aparelho de forma menos perigosa enquanto dirigem.
Apenas 4% dos adolescentes disseram ter enviado imagens de nudez – ou de quase nudez – de si mesmos para outra pessoa pelo celular.
Já aqueles que pagam suas próprias contas tendem a enviar mensagens de texto com conteúdo sexual do que aqueles que não pagam.
O estudo foi realizado com 800 adolescentes entre 12 e 17 anos no período de junho a setembro de 2009.
Fonte:R7
Sonda da Nasa faz imagens inéditas do Sol
SDO vai ajudar os cientistas a entenderem melhor a estrela central do Sistema Solar

As primeiras imagens foram reveladas nesta quarta-feira (21) pela agência.
Os engenheiros responsáveis pela missão ficaram entusiasmados: as imagens capturaram sequências de grandes distúrbios na superfície solar e fortes explosões que ocorrem em uma bola gigantesca de gases cósmicos, como o Sol.
O observatório espacial foi lançado em fevereiro deste ano para ajudar os pesquisadores a entender melhor como os processos que ocorrem no Sol afetam a vida na Terra.
A Nasa e seus parceiros internacionais esperam que o SDO forneça dados importantes que ajudem a prever os fenômenos solares de forma mais precisa do que a permitida pelos meios atuais.
O SDO também conta com instrumentos para medir a força magnética na superfície e a energia ultravioleta liberada pela estrela central de nosso sistema.
Veja abaixo o vídeo com imagens fantásticas das explosões solares.
Fonte:R7
Robô ganha pele para ser aceito socialmente
Cientistas desenvolvem cobertura sensível para que máquinas não machuquem as pessoas

Para um robô, a pele é muito mais do que uma questão estética: pode ser essencial para que sejam aceitos socialmente. Uma cobertura sensível pode evitar que essas máquinas machuquem alguém que esteja ao seu alcance.
Em maio, uma equipe de pesquisadores do IIT (Instituto Italiano de Tecnologia), em Gênova, vai enviar para vários laboratórios europeus as primeiras amostras de pele com sensibilidade criada para seu robô, o iCub. A informação foi revelada nesta segunda-feira (19) pela revista científica New Scientist.
A pele que o ITT e seus parceiros desenvolveram tem sensores de pressão flexíveis criados para que os robôs possam tocar nas coisas.
O especialista em robótica Giorgio Metta, do ITT, disse que um dos objetivos de transformar os robôs em humanoides é permitir que eles interajam de perto com as pessoas. Mas isso só será possível se a máquina tiver um certo grau de consciência do que estiver em contato com seus membros motorizados.
Pesquisadores já criaram várias formas de pele sensível. Cientistas da Universidade de Osaka, no Japão, por exemplo, criaram o robô CS2, que recebeu algumas centenas de sensores numa pele de silício.
Metta diz que a pele precisa ser elástica, deve cobrir uma grande superfície e detectar toques leves em qualquer parte da superfície – fatores que entram em conflito uns com os outros.
O iCub é um robô humanoide do tamanho de uma criança de três anos e meio. Patrocinado pela Comissão Europeia, ele foi criado para estudar o conhecimento e como a consciência de nossos membros, tendões e o ambiente nervos táctil ajudam no desenvolvimento da inteligência.
As especificações técnicas do iCub são abertas e já foram clonadas por 15 laboratórios europeus. A pele é feita por placas de circuitos impressos flexíveis e triangulares, que agem como sensores e cobrem a maior parte do corpo do robô. Cada triângulo tem três centímetros de lado e contém 12 contatos capacitivos de cobre.
Segundo o R7.
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